16 novembro, 2007
12 setembro, 2007
16 agosto, 2007
31 julho, 2007
30 julho, 2007
23 julho, 2007
para me distrair do tempo
que falta até algum dia de setembro de 2008, vou praticando minhas boas maneiras britânicas: agora só atravesso na faixa de segurança, com o sinal fechado
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c.
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14:57
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11 julho, 2007
y los hermanos avanzan...
http://minhanoticia.ig.com.br/materias/443001-443500/443212/443212_1.html
mientras nosotros...
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c.
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20:12
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09 julho, 2007
devo admitir que
meu amor
cartas e portuguesas
era uma vez
algodão doce
a dor de cotovelo já me deu pequenas boas coisas
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c.
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20:47
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05 julho, 2007
29 junho, 2007
comida
- seu prato é sempre tão bonito...
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c.
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24 junho, 2007
you're asking me will my love grow
i don't know i don't know
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c.
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18:27
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23 junho, 2007
do fragmento 389 do livro do desassossego
Condillac começa o seu livro celebre, “Por mais alto que subamos e mais baixo que desçamos, nunca sahimos das nossas sensações”. Nunca desembarcamos de nós. Nunca chegamos a outrem, senão outrando-nos pela imaginação sensível de nós mesmos. (...) Quem cruzou todos os mares cruzou somente a monotonia de si mesmo.
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c.
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22:03
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08 junho, 2007
message in a bottle II
e não adiantava, seu modo de ser seria sempre um suspiro
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c.
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20:06
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07 junho, 2007
03 junho, 2007
02 junho, 2007
message in a bottle
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c.
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21:30
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31 maio, 2007
20 maio, 2007
porque a vida é assim II
seu amor morre e você não pode fazer nada
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17:13
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seqüência
Não abriram ainda as lojas, salvas as leitarias e os cafés, mas o repouso não é de torpor, como o de domingo; é de repouso apenas. Um vestigio louro antecede-se no ar que se revela, e o azul córa pallidamente atravez da bruma que se esfina. O começo do movimento rareia pelas ruas, destaca-se a separação dos peões, e nas poucas janellas abertas, altas, madrugam tambem apparecimentos. Os electricos traçam a meio-ar o seu vinco mobil amarello e numerado. E, de minuto a minuto, sensivelmente, as ruas desdesertam-se.
(do fragmento 87 do Livro do desassossego)
Louvor e simplificação de Álvaro de Campos (excerto)
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c.
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16:30
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